Quando se liberta do amor ruim é possível ver o ser amado gritar com ódio, como grita o insubordinável: Eu não aceito essa alegria. A alegria dos amores equivocados é pegajosa e grave, tensa, como se a qualquer momento fosse desabar sobre os ombros. Os amantes ruins, quando riem, parecem assassinos.
(Me desculpe, eu não sou uma assassina. Não. Não sou.)



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