
África.
Os lugares em que estive, papéis onde escrevi meu nome, vestígios de mim que a mãe eterniza e acalma.
Meu medos antigos, obviedades a meu respeito que adormeceram em concreto, isso a mãe desperta e apazigua.
As pequenas injustiças cotidianas (as que cometo, as que me calam), minha incapacidade de conviver entre iguais, os grandes e pequenos assassinatos. Coisas que mãe perdõa.
Tudo em seu silêncio me faz retornar ao silêncio, seu som de fogo é o som de casa.
Minha, desde o início.



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